As estrelas de cinema queriam, mas não são.
As manequins mais famosas queriam, mas não são.
As artistas, no geral, queriam, mas não são.
As obras de arte queriam, mas não são.
As paisagens da mãe natureza queriam, mas não são.
O que é que todos queriam mas não são?
Ser tão belos como tu.
16 de Dez de 2009
30 de Out de 2009
Escrevo
Escrevo o que sei e o que não sei.
Escrevo para sentir alívio, para partilhar alegrias e tristezas.
Escrevo para comunicar e para guardar só para mim para toda a posteridade.
Escrevo para me sentir bem.
Escrevo porque gosto, embora nem sempre goste do que escrevo.
Escrevo para sentir alívio, para partilhar alegrias e tristezas.
Escrevo para comunicar e para guardar só para mim para toda a posteridade.
Escrevo para me sentir bem.
Escrevo porque gosto, embora nem sempre goste do que escrevo.
14 de Set de 2009
Conta-me
Conta-me algo que não saiba.
Algo que ninguém ainda tenha ouvido falar.
Conta-me algo que viste e não algo que ouviste, pois a tua boca é pura e os teus olhos não mentem.
Conta-me uma história que ainda ninguém tenha inventado.
Uma sem principes e sem princesas.
Sem dragões e sem bruxas.
Sem anjos e sem fadas.
Conta-me algo de novo.
Não sabes!?
Inventa
Algo que ninguém ainda tenha ouvido falar.
Conta-me algo que viste e não algo que ouviste, pois a tua boca é pura e os teus olhos não mentem.
Conta-me uma história que ainda ninguém tenha inventado.
Uma sem principes e sem princesas.
Sem dragões e sem bruxas.
Sem anjos e sem fadas.
Conta-me algo de novo.
Não sabes!?
Inventa
Letras
Escrevo letras sem sentido, para que ninguém as leia,
enquanto espero por ti junto à velha igreja.
O telhado já não existe.
As portas e janelas voaram para lá da vista.
De pé ficaram as paredes, cravejadas de orações e pedidos,
de ladaínhas e promessas.
De pé ficaram as paredes que me dão sombra, enquanto espero por ti
e escrevo letras sem sentido para que ninguém as leia.
enquanto espero por ti junto à velha igreja.
O telhado já não existe.
As portas e janelas voaram para lá da vista.
De pé ficaram as paredes, cravejadas de orações e pedidos,
de ladaínhas e promessas.
De pé ficaram as paredes que me dão sombra, enquanto espero por ti
e escrevo letras sem sentido para que ninguém as leia.
21 de Jun de 2009
Night
Muda de roupa,
arranja uns tenis,
prepara-te para sair.
Hoje é noite da malta, hoje é noite para divertir.
Let's take a coffe primeiro,
beber uns copos a seguir.
Hoje é pela noite fora,
hoje é sempre a curtir.
- Olá patrão, como está? A casa está bem composta,
comecemos na imperial até chegar à lagosta.
Atenção rapaziada, depois ninguém vai conduzir,
Vai tudo a pedantes
Para casa dormir.
arranja uns tenis,
prepara-te para sair.
Hoje é noite da malta, hoje é noite para divertir.
Let's take a coffe primeiro,
beber uns copos a seguir.
Hoje é pela noite fora,
hoje é sempre a curtir.
- Olá patrão, como está? A casa está bem composta,
comecemos na imperial até chegar à lagosta.
Atenção rapaziada, depois ninguém vai conduzir,
Vai tudo a pedantes
Para casa dormir.
2 de Jun de 2009
Fiz-me
Fiz-me uma noite, autor de sons,
letras, palavras e frases.
Fiz-me autor de textos,
de pensamentos, de emoções e sentimentos.
Fiz-me autor de coisas imateriais,
de sonhos, de esperanças e de paisagens encantadas.
Fiz-me autor de mim, de ti, de nós.
letras, palavras e frases.
Fiz-me autor de textos,
de pensamentos, de emoções e sentimentos.
Fiz-me autor de coisas imateriais,
de sonhos, de esperanças e de paisagens encantadas.
Fiz-me autor de mim, de ti, de nós.
30 de Mai de 2009
Dia normal
São 6h da matina,
o sol ainda não espreita,
o dia mal começou.
Entro no carro, acendo um cigarro,
preparo-me para andar.
É mais um dia que começa sem saber como vai acabar.
É mais um dia que começa,
mais um dia de servidão.
Ai quem me dera, a mim, ser patrão.
Cheguei ao trabalho
preparo a cabeça,
demoro no cafezito e o boss pergunta:
"Então mas hoje não se começa?"
Ai a minha vida, nunca mais saio,
nunca mais é hora de receber ordem de ida.
De ida para casa onde o descanço me espera e o sofá desespera.
o sol ainda não espreita,
o dia mal começou.
Entro no carro, acendo um cigarro,
preparo-me para andar.
É mais um dia que começa sem saber como vai acabar.
É mais um dia que começa,
mais um dia de servidão.
Ai quem me dera, a mim, ser patrão.
Cheguei ao trabalho
preparo a cabeça,
demoro no cafezito e o boss pergunta:
"Então mas hoje não se começa?"
Ai a minha vida, nunca mais saio,
nunca mais é hora de receber ordem de ida.
De ida para casa onde o descanço me espera e o sofá desespera.
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